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Neoliberalismo e gestão do sofrimento psíquico:
análise, diagnóstica e estratégias de cuidado

05/07

Julho

em PORTO ALEGRE

Período: 05-06-07/07

Carga Horária: 16h 

Sexta - 18 às 22h

 Sábado 13 ás 17h
Domingo - 9 às 17:30h


Investimento: R$350,00 
(parceláveis)


Local > Fora da Asa - Experiências Plurais
Rua José do Patrocínio, 642/B
Cidade Baixa - Porto Alegre/RS

> Neoliberalismo e gestão do sofrimento: psíquico: análise, diagnóstica e estratégias de cuidado.

O curso abordará criticamente a concepção de subjetividade na atualidade a partir do discurso econômico vigente e das raízes que o embasaram. A hipótese aqui apresentada é de que a forma como a subjetividade é produzida e apresentada está diretamente associada aos modos de produção econômicos e à gestão de seus efeitos. A proposta é a de produção de estratégias clínico-políticas dentro dos dispositivos públicos de saúde para o enfrentamento dessas condições de existência. Utiliza-se metodologia ativa.

O conteúdo é dividido em três eixos de estudo:


Eixo I: Raízes do neoliberalismo

 Quais são as bases das políticas econômicas exercidas hoje? Apresentaremos aqui as raízes filosóficas que sustentam o discurso econômico neoliberal no capitalismo e a forma como esse discurso produz uma interpretação da malha social e da relação entre indivíduos baseada na gestão de si e na determinação como modalidades de funcionamento.

 

Eixo II: Subjetividade Neoliberal

Dado o embasamento apresentado no eixo I, sobre as raízes do discurso neoliberal e o funcionamento social implicado nesse discurso, apresentaremos de que modo essa articulação produz subjetividade. Que ontologia é apresentada por esse discurso e como ela se reproduz em modalidades de sofrimento?

Eixo III: Clínica e Diagnóstico na era neoliberal

A subjetividade produzida pelo discurso neoliberal apresenta modalidades de sofrimento e racionalidades diagnósticas que impactam diretamente na direção do tratamento e nas formas de cuidado em saúde mental. Como exemplos temos a fragmentação de diagnósticos, identidades e de técnicas psicoterápicas bem como a construção de políticas públicas que seja consonante a essa ideologia. De que modo podemos pensar em estratégias clínico-políticas para lidar com essas modalidades de sofrimento?

Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise - USP

O LATESFIP é um laboratório interdepartamental da USP, coordenado pelos professores Vladimir Safatle, Christian Dunker e Nelson da Silva Júnior. Há aproximadamente 15 anos desenvolve pesquisas que articulam psicanálise, filosofia e teoria crítica, tendo publicado recentemente a pesquisa anterior: Patologias do Social (Autêntica, 2018). 

www.latesfip.com.br